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Abertura dos Festejos Juninos

No dia 27 de abril de 2014 aconteceu em frente a Associação Nação Iracema a aberturas dos festejos juninos da associação com apresentação da Banda Guerreiros do Nordeste. Leia Mais.

25 dias de Fifa Fan Fest de Fortaleza trazem forró, axé, samba e sertanejo

Confira a lista de shows que ocorrem entre 12 de junho e 13 de julho.Evento será uma segunda arena para ver os jogos. Leia Mais.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A Origem dos Óculos de Sol


Todos nós usamos óculos de sol nos dias de hoje, mas qual a origem dos óculos de sol?A Origem dos Óculos de SolNo século I, o imperador Nero por ser muito branco, alguns dizem até que era albino, e pela sensibilidade dos olhos claros, não conseguia ver bem quando exposto ao sol, portanto, foi ele quem utilizou a primeira lente escura feita por uma lâmina verdade, e especula-se que era uma lente de vidro. Mas o primeiro par de óculos de lentes escuras e com armação, foi inventado na Alemanha, em meados do século XIII, porém era algo pesado e desconfortável.No século seguinte, os franceses resolveram dar aos óculos um novo design que fosse confortável e mais leve, mas ainda não havia duas hastes, e o nome dado foi “pince-nez”, pinça de nariz. E só no século XVII, surgiu o modelo com duas hastes, feito somente com lentes verdes, mas foi se aperfeiçoando, e na metade do século XX, mais ou menos por volta da década de 60, o cristal pesado foi substituído por acrílico e policarbonato.

fonte: Kerdna

A escolha do tatu como mascote da Copa


Rio de Janeiro – entre as 11 espécies de tatu e outras milhares de espécies animais que existem no Brasil, o tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), que pesa 1,5 quilo e mede, no máximo, 50 centímetros, foi o escolhido para representar a fauna e a cultura brasileiras na Copa do Mundo de 2014, com jogos previstos em 12 cidades brasileiras.
A campanha para transformá-lo em mascote partiu da Associação Caatinga, organização não governamental voltada para a preservação do bioma Caatinga, que viu na Copa do Mundo uma oportunidade para salvar o tatu-bola da extinção.
“A ideia surgiu não só por ser uma espécie nativa e ameaçada, mas também por ele ter a peculiaridade de, quando ameaçado, se fechar em bola. Além disso, ele é uma espécie exclusivamente brasileira”, disse o secretário executivo da associação, Rodrigo Castro.
No passado, o animal podia ser encontrado em vasta áreas da Caatinga e do Cerrado brasileiros, mas com a pressão da caça e, principalmente, com a destruição de grandes porções desses biomas, o tatu-bola ficou restrito a áreas isoladas dos estados do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, da Paraíba, Bahia, de Pernambuco, Goiás e do Tocantins.
Se antes a carne do mamífero integrava o cardápio de muitos moradores desses estados, pela abundância e pela facilidade de capturar o animal (já que ele não cava buracos e seu mecanismo de defesa é virar uma bola), hoje isso não ocorre mais. O mamífero ainda é caçado para a alimentação, mas encontrá o animal ficou muito mais difícil, de acordo com Castro.
Escolhido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), o animal de coloração amarronzada virou um mascote colorido de verde, amarelo, azul e branco, com uma bola de futebol na mão. Desde a escolha do símbolo da Copa, porém, a população tem promovido manifestações de protesto.
Em outubro deste ano, o imenso boneco de plástico exibido na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, foi atacado e furado com facas por vândalos, uma semana depois de uma estátua do mascote ter sido destruída durante protesto em Porto Alegre.
A escolha do nome, Fuleco, também gerou polêmica. Depois de uma votação popular pela internet, o público escolheu o nome entre três opções (as outras eram Amijubi e Zuzeco). Nas redes sociais, usuários protestaram contra o nome (que é uma mistura de “futebol” e “ecologia”), por considerarem feio.
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Edição: Tereza Barbosa

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Curiosidades sobre o Natal


Ninguém sabe ao certo a data de nascimento de Jesus. No entanto, a Igreja Católica concorria com diversas outras seitas religiosas na Europa. O Natal foi determinado em 25 de dezembro para concorrer com as Saturnálias, festas em honra do deus romano do tempo, Saturno. No solstício de inverno, entre 20 e 22 de dezembro, Roma comemorava o retorno dos dias mais longos que a noite (no hemisfério sul, isto ocorre em junho). Era a festa do Sol Invicto.
Cristãos antigos consideravam o dia 6 de janeiro como a data do batismo de Jesus por João, no rio Jordão, simbolizando o nascimento espiritual do Cristo. Por isto, até hoje os cristãos ortodoxos – religião predominante no leste europeu –, comemoram o Natal nesta data.
No século IV, quando o Cristianismo tornou-se religião oficial do Império, o clero fixou a data do nascimento de Jesus para enfrentar o culto aos deuses greco-romanos.

Os Reis Magos

No Evangelho segundo São Mateus, consta que “tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, em dias do rei Herodes, vieram uns magos do oriente a Jerusalém adorá-lo”. O apóstolo não cita o número, nem o fato de serem reis, mas a tradição fixou em três os soberanos que vieram provavelmente da Pérsia visitar o menino.
Neste livro do Novo Testamento, o autor tenta coincidir a vida de Jesus com uma série de profecias sobre o advento do Messias. A visita dos magos, que ofertaram ouro, incenso e mirra, representa a realeza e divindade do Cristo. A lenda continua, situando o corpo dos três reis magos na Alemanha: uma catedral em Colônia guarda seus restos mortais.
Árvore de Natal

A Árvore de Natal

Diversos povos europeus decoravam árvores em suas festividades. Os celtas colocavam fitas coloridas em carvalhos, nos seus principais festivais sagrados. Entre os povos nórdicos, havia a crença de que o deus Tor teria ficado preso na árvore da vida, entre a terra e o céu, durante nove dias, ferido por sua própria lança. O deus morreu e foi ressuscitado por Odin, divindade principal do panteão viking. Retornando à vida, Tor criou diversas inovações. Por isto, árvores eram enfeitadas em sua homenagem.
Os missionários cristãos sempre absorveram a cultura local para pregar a fé católica, como é o caso da deusa Brigita, metamorfoseada em Santa Brígida, e um labirinto sagrado dos celtas na França, sobre o qual foi construída a Catedral de Chartres. São Bonifácio, que evangelizou o norte europeu, trocou os carvalhos sagrados por pinheiros e abetos, pela sua forma triangular, que lembra a Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), e também por serem as únicas árvores que não perde o verde durante os rigorosos invernos do Velho Continente.
Existe ainda a lenda de que Martinho Lutero, que deu início à Reforma, movimento que originou as igrejas protestantes, sonhou com uma árvore iluminada e passou a comemorar o Natal com pinheiros iluminados. Efetivamente, as primeiras notícias sobre árvores de Natal datam do século XVI, a mesma época em que Lutero publicou seu protesto contra a venda de indulgências (perdão aos pecados comercializado pela Igreja Católica).
Presépio

O Presépio

Em 1223, o frade italiano Francisco Bernardone, posteriormente canonizado pela Igreja Católica, decidiu mudar as comemorações no Natal. Em vez da tradicional celebração na igreja, o santo resolveu representar o nascimento de Jesus na floresta de Greccio, próximo à cidade de Assis. Com figuras de barro, ele criou a manjedoura, pastores, anjos – que anunciaram o nascimento do Salvador, de acordo com a tradição –, a estrela que guiou os magos até o local, o menino e seus pais.
Algumas imagens deste primeiro presépio existem até hoje e estão na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma. A palavra “presépio” vem do hebraico e significa estábulo, local de repouso e alimentação de animais. Logo após nascer, Jesus foi reclinado numa manjedoura, para se manter aquecido, de acordo com narrações evangélicas.

O Papai Noel

O personagem foi inspirado num bispo católico, de Mira, na Turquia, nascido no século IV. Este religioso distribuía bolsas com moedas de ouro para famílias carentes. Ele fazia as doações de forma anônima, nas chaminés das casas. Sua transformação em símbolo do Natal ocorreu na Alemanha, onde já havia o costume de deixar doces e frutas sob as árvores para as crianças, nas principais festividades.
De acordo com a lenda, o Papai Noel mora na Lapônia, extremo norte do planeta, onde passa o ano confeccionando brinquedos (auxiliado por duendes) para serem distribuídos entre as crianças que se comportam bem. No mito original, crianças malcriadas recebiam apenas carvão no Natal. A entrega dos presentes é feita com o auxílio de renas, que puxam um trenó voador.
A figura do Papai Noel atual, um velhinho vestido com roupas vermelhas e brancas, foi criada pela publicidade, no século XIX. O objetivo era divulgar a Coca-Cola, que tem as mesmas cores na sua logomarca. Na verdade, o Papai Noel sempre foi representado com estas cores, que são as usadas pelos bispos católicos. Os responsáveis pela propaganda do refrigerante apenas criaram a figura utilizada até hoje.


Leia mais: http://www.cursogratisonline.com.br/curiosidades-sobre-o-natal/#ixzz2FyYvmMZp

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Definida licitação para montagem da estrutura do Réveillon de Fortaleza

A empresa Arte Produções venceu a licitação para ficar responsável pela estrutura do Réveillon de Fortaleza. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 19, pelo presidente da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura, Delano Oliveira. Além da vencedora, a empresa Pazini, de Goiás, estava concorrendo à licitação. Ambas as empresas já ficaram responsáveis pela estrutura do Réveillon de Fortaleza. 

A vencedora da licitação ficará responsável pela montagem de palco, som e iluminação da festa no Aterro da Praia de Iracema. A proposta de orçamento da Arte Produções é de R$ 2,490 milhões, para montar a estrutura do evento. A Pazini apresentou um valor aproximado, que é de R$ 2,499 milhões. O valor estipulado pela Prefeitura de Fortaleza é de R$ 2,550 milhões.

A prefeita Luizianne Lins (PT) deve divulgar ainda hoje as atrações da festa, já que a contratação dos artistas não exige licitação. O custo nesta área deve ficar na ordem de R$ 2 milhões.

A Comissão Central de Licitações da Prefeitura de Fortaleza já tratou também da licitação relativa à contratação do show pirotécnico. As propostas serão recebidas nesta quinta-feira e o valor previsto é da ordem de R$ 700 mil.


Fonte:Logo Portal O POVO Online

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Programa Petrobrás para teatro


Estão abertas as inscrições para a maior seleção pública para circulação de peças teatrais no país, o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, edição 2013-2014. Assim como nas edições anteriores, o objetivo é contemplar projetos teatrais profissionais, não inéditos, nas categorias adulto e infanto-juvenil, relevantes dentro do cenário cultural brasileiro. O valor total da verba é de R$ 15 milhões para o biênio 2013-2014.
Além do aumento de 20% na verba do programa, outra novidade deste ano é que, com objetivo de democratizar o acesso de proponentes de todas as regiões do país, serão selecionados, no mínimo, 5% dos projetos inscritos por diferentes pessoas jurídicas sediadas em cada região do país. Ou seja, a cada vinte projetos inscritos por diferentes empresas de determinada região, no mínimo 1 deverá ser contemplado.

I Festival de Arte e Cultura Alternativa do Tejuco


O “I Festival de Arte e Cultura Alternativa do Tejuco”, que ocorrerá nas dependências da Facip – UFU (Campus Pontal), nos dias 21 e 22 de dezembro de 2012, terá por intuito identificar, mapear e apresentar à Ituiutaba/MG os novos artistas que vêm despontando no cenário atual incentivando as várias produções artísticas na cidade, sejam elas visuais, teatrais, dança ou musicais. Para as produções referentes às Artes Visuais, a participação especial de dois grandes artistas, nascidos em Ituiutaba, com grande prestígio no cenário nacional e internacional: Edgar Franco, artista multimídia e professor no curso de Artes Visuais na Universidade Federal de Goiás/UFG e Gazy Andraus, quadrinista e professor universitário da FIG/UNIMESP – Centro Universitário Metropolitano de São Paulo.
Além desses dois grandes nomes, o evento contará com a participação das performances do recém-formado grupo de arte urbana “A linguagem e a fissura”, fruto das pesquisas do artista multimídia Anésio Neto (professor na Faculdade Triângulo Mineiro/FTM e mestrando em arte pelo Instituto de Artes da UnB); com a exposição de curtas metragens do cineasta independente Fábio “Black” Faria (Black Tattoo); exposição de fotografias, zines e desenhos de Arth Silva, Thiago Bertoni e Marco Túlio Domingues (todos artistas de Ituiutaba).
O evento contará com as seguintes oficinas:
Desenho e ilustração (30 vagas), ministrada pelo caricaturista Thiago Bertoni
Fotografia (15 vagas), por Marco Tulio Domingues (publicitário e fotógrafo do grupo “A linguagem e a fissura”)
Performance (20 vagas), por Marsial Asevedo, diretor da TrupeTamboril de Teatro, da cidade de Uberlândia/MG
Por fim, com o intuito de se discutir os desafios da arte e da cultura independentes em pequenos e médios centros urbanos, uma mesa redonda por título “De Ituiutaba também vêm artistas: os desafios de se fazer arte & cultura em cidades de pequeno a médio porte”, com a mediação de Anésio Neto (FTM) e a participação de Edgar Franco (Posthuman Tantra), Msc. Michele Soares (IFTM – Ituiutaba), Roberta Sales Domingues (bacharel em Arquitetura pela UFU) e Alessandro Carvalho (Valvulado Cultura Amplificada – Uberlândia).
1º Festival de Música Tijucana
O 1º Festival de Música Tejucana é um festival de bandas e grupos musicais com autoria própria, a ser realizado dia 21 de dezembro como parte da programação do “1º Festival de arte e cultura alternativa do Tejuco”. Poderão se inscrever bandas e músicos de todos os estilos musicais, sem restrição para o número de integrantes, idade dos músicos, idioma, forma de apresentação e instrumentos musicais executados. Brasileiros ou estrangeiros, desde que regularmente residentes e domiciliados em Ituiutaba. Não será permitida a participação de um mesmo músico ou cantor em mais de 02 (duas) bandas. As inscrições para o Festival estarão abertas até o dia 20 dezembro de 2012, e deverão ser entregues ou remetidas em envelope lacrado ao seguinte endereço:
“1º Festival de Música Tejucana”
Av. Geraldo Alves Tavares, 1980 – Bairro Universitário
FTM – Faculdade do Triangulo Mineiro
CEP: 38302-223
A/C de Prof. Anésio Neto

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Lei reduz contrapartida


“A bilateralidade nunca existiu e a isenção fiscal sobrepôs-se à iniciativa artística” 
Na semana passada uma notícia trouxe novos paradigmas para a cena da cultura mineira: caiu por terra a contrapartida obrigatória na Lei Estadual de Incentivo à Cultura, grande entrave para a maior parte dos gestores culturais em Minas. Isso pode significar evolução a partir do ano que vem.
Explicando: projetos aprovados na concorrida lei de fomento do estado, em muitas ocasiões, deixavam de ter o incentivo captado pelo simples fato de o patrocinador ser obrigado a colocar a mão no bolso. Ou seja, na versão atual da Lei, a empresa incentivadora tem direito a deduzir 80% no ICMS devido ao Estado, devendo os 20% restantes ser repassados ao projeto, sem direito a abatimento. Na quarta, a Secretaria Estadual de Cultura propôs a redução para 1%, 3% ou 5%, dependendo do porte da empresa incentivadora. A medida, que vigora por 10 anos, provavelmente favorecerá investimentos culturais no interior e deve trazer para a cena cultural também empresas de médio e pequeno porte, o que já é um avanço.
É irônico comemorar isso e atestar que a cultura só possa ser incentivada se o patrocinador não investir nenhum centavo ou poucos centavos. Mas é essa a principal e quase única ferramenta dos artistas que querem se manter no mercado. São raros os que trabalham com outros mecanismos. Como já dito em colunas anteriores, a velha figura do mecenas, que patrocinava o artista por acreditar em sua arte, é coisa do século passado e não vai ressuscitar jamais. E não há consolo que justifique o fato de o mecenato sair da esfera da espontaneidade e comprometimento e se consolidar exclusivamente na renúncia fiscal do governo.
A comemoração vem mais pelo fato de essa medida do governo mineiro ser uma conquista do setor cultural em Minas. Há anos alguns gestores pleiteiam isso e há meses está circulando na internet uma petição pública propondo o fim da obrigatoriedade. Isso demonstra que quando os artistas se unem as conquistas acontecem. Deveriam se unir, por exemplo, para acabar com o incentivo e transformar tudo em fundo, municipal, estadual e federal. Para os governos tanto faz. Para os artistas faz toda a diferença.
É engraçado lembrar que a lei estadual surgiu para impregnar a prática do patrocínio em Minas. A expectativa, quase utópica, era que tal hábito se engendrasse em uma perspectiva tão bilateral que, após alguns anos, ninguém mais ligasse para isenção dos impostos. Doce ilusão. A bilateralidade nunca existiu e a isenção fiscal sobrepôs-se à iniciativa artística.
É essa a tradução da contemporaneidade. O mundo fica mais pragmático e as subjetividades da arte cedem aos devaneios do mercado. Empresários ditam não somente as regras, mas também a política cultural de alguns municípios. Seguindo as suas próprias conveniências, é claro.